Guilherme Longo está preso há 10 anos e precisa cumprir mais seis para ter progressão do regime; advogado explica solicitação
Crime e Condenação
Guilherme Longo foi condenado a 40 anos de prisão pelo homicídio qualificado de Joaquim Ponti Marques, ocorrido em 4 de novembro de 2013. A justiça entendeu que Longo aplicou 166 doses de insulina em Joaquim e descartou seu corpo em um córrego. A sentença considerou o crime qualificado por motivo fútil, meio cruel, impossibilidade de defesa da vítima e por ser a vítima menor de 14 anos. O julgamento, após 10 anos de espera, repercutiu nacionalmente.
Pedido de Redução de Pena e Progressão de Regime
A defesa de Longo, que nega a autoria do crime, pediu a redução da pena para que ele possa progredir para o regime semiaberto. Atualmente, ele precisa cumprir 16 anos de pena (dois quintos do total) para ter direito à progressão, o que ocorreria em 2031. Com a redução da pena, a defesa busca antecipar essa progressão. Além do trabalho na cozinha da penitenciária e da participação em cursos, atividades que permitem a remissão de pena, a defesa também pediu a anulação do julgamento.
Situação Atual
Longo cumpre pena em Tremembé e trabalha na cozinha da penitenciária, além de participar de cursos. A defesa alega que essas atividades contribuem para a remissão de sua pena. Os pedidos de redução de pena e anulação do julgamento ainda estão sob análise pela Justiça. Novas informações serão divulgadas assim que houver decisões sobre os pedidos.
O caso segue gerando grande interesse público e permanece sob acompanhamento da imprensa.



