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Defesa do Prefeito de Franca deve ter parecer divulgado até terça

Documentos protocolados por Alexandre Ferreira contra sua cassação devem ser analisados pelo relator da CP dos falsos médicos
Defesa Prefeito Franca
Documentos protocolados por Alexandre Ferreira contra sua cassação devem ser analisados pelo relator da CP dos falsos médicos

Documentos protocolados por Alexandre Ferreira contra sua cassação devem ser analisados pelo relator da CP dos falsos médicos

As alegações finais do prefeito de Franca, Alexandre Ferreira, foram protocoladas na Câmara Municipal, marcando um novo capítulo no processo de possível cassação. O documento, extenso e detalhado, com mais de 70 páginas, atrásra será minuciosamente analisado pelo relator da Comissão Processante, o vereador Márcio do Flórida, conforme informado pela diretora jurídica da Câmara, Taísa Mara Tomazini Nascimento.

Entenda o Processo

A defesa do prefeito, juntamente com todos os autos do processo, segue para o relator da Comissão Processante. Este vereador terá a responsabilidade de analisar o material e emitir um parecer, que poderá recomendar o arquivamento da denúncia ou o seu prosseguimento. Caso o relator opte pelo prosseguimento, e os outros dois membros da comissão concordem, será solicitado ao presidente da Câmara a marcação de um dia para o julgamento.

As Acusações Contra o Prefeito

Alexandre Ferreira tornou-se alvo da Comissão Processante após uma Comissão Especial de Inquérito (CEI) apontar supostas irregularidades na contratação do Instituto Ciências da Vida (ICV). As denúncias incluem alegações de superjornadas, plantões fantasmas e atuação de falsos médicos no pronto socorro Dr. Álvaro Azuz. O pedido de cassação permanece em aberto até que a Comissão Processante avalie o caso e determine se as denúncias devem ou não prosseguir para julgamento pelos vereadores.

Tentativas de Suspensão e Próximos Passos

Após a instauração da Comissão Processante, Alexandre Ferreira solicitou a suspensão dos trabalhos por duas vezes. O prefeito alegou que as denúncias eram baseadas em um documento nulo, ilícito ou inexistente, argumentando que a Comissão de Estudos havia sido extinta antes da entrega do relatório final. No entanto, ambos os pedidos foram negados pelo Tribunal de Justiça. Segundo a advogada da Câmara, caso as alegações do prefeito não sejam aceitas, o caso seguirá para votação de todos os parlamentares. A previsão é de que o parecer seja emitido até a próxima terça-feira, e, caso a denúncia prossiga, o julgamento do prefeito deverá ocorrer até o final deste mês.

O desenrolar deste caso continua a ser acompanhado de perto, com a expectativa de um parecer decisivo nos próximos dias.

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