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Delegado fala em ‘informações privilegiadas’ em ataques a empresas de transporte de valores

João Osinski Júnior, Diretor do Deinter-3, deu detalhes das investigações dos ataques na região ao Giro CBN
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João Osinski Júnior, Diretor do Deinter-3, deu detalhes das investigações dos ataques na região ao Giro CBN

João Osinski Júnior, Diretor do Deinter-3, deu detalhes das investigações dos ataques na região ao Giro CBN

Ataques a bancos e carros-fortes têm deixado um rastro de violência e mortes na região.

Investigação em Andamento

A polícia investiga uma série de ataques violentos a agências bancárias e empresas de transporte de valores. Os crimes, ocorridos em cidades como Frutal (MG), Ribeirão Preto (SP) e Cajuru (SP), envolvem quadrilhas fortemente armadas, utilizando explosivos e armamento de guerra. As investigações apontam para a participação de quadrilhas interligadas, com membros atuando em diferentes cidades.

Vítimas e Suspeitos

O saldo dos ataques é trágico: quatro mortes (três bandidos e uma comerciante) e pelo menos quatro feridos. A polícia já identificou alguns dos envolvidos, muitos com passagens por crimes semelhantes. Um suspeito, ferido em um tiroteio, foi preso em Planura (MG) e encaminhado para o Hospital das Clínicas da Universidade Federal do Triângulo Mineiro. Entre os mortos, estão criminosos de Ribeirão Preto e Franca, além de um indivíduo conhecido como “Testa”, que já havia sido investigado pela polícia em Rio Grande e Ribeirão Preto.

Segurança e Investigações

O delegado João Osinski Jr., diretor do Deinter 3, expressou preocupação com a fragilidade das empresas de transporte de valores, sugerindo a existência de informações privilegiadas que facilitam os ataques. Ele destacou a necessidade de maior investimento em segurança e a responsabilização das empresas envolvidas. A polícia também investiga a origem do armamento pesado utilizado pelas quadrilhas, comparando-o a armamentos usados em conflitos de guerra. A legislação atual é considerada branda para o nível de violência e sofisticação dos crimes, gerando a necessidade de uma tipificação mais severa.

As investigações continuam, com a polícia buscando identificar e prender os responsáveis pelos ataques. A população, por sua vez, acompanha com apreensão a sequência de eventos, clamando por mais segurança e justiça.

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