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Demissões no home office, medidas de produtividade e engajamento

Demissões no home office, medidas de produtividade e engajamento
Demissões home office
Demissões no home office, medidas de produtividade e engajamento

Demissões no home office, medidas de produtividade e engajamento

As recentes demissões no Itaú, focadas em funcionários em regime de trabalho remoto, reacenderam o debate sobre produtividade e engajamento no home office. O caso, que ganhou notoriedade nas redes sociais e plataformas de discussão sobre gestão de pessoas, levanta questões importantes sobre como as empresas estão monitorando e avaliando o desempenho de seus colaboradores à distância.

A Mensuração da Produtividade no Trabalho Remoto

Uma das principais ferramentas utilizadas pelas empresas para avaliar a produtividade no trabalho remoto são softwares de monitoramento. Esses programas, instalados nos computadores e, em alguns casos, até nos celulares dos funcionários, registram o tempo de uso de aplicativos e sistemas corporativos. No caso do Itaú, a empresa informou que os funcionários desligados apresentaram um tempo de atividade entre 20% e 40% do total da jornada de trabalho esperada.

Transparência e Confiança: Pilares Essenciais

Ainda que a utilização de softwares de monitoramento seja uma prática legal e, em certos casos, justificada, a transparência na comunicação é fundamental. É imprescindível que as empresas informem aos seus funcionários sobre a utilização dessas ferramentas, os critérios de avaliação e os resultados obtidos. A falta de transparência pode gerar desconfiança e, consequentemente, impactar negativamente o engajamento e a motivação dos colaboradores.

Medidas de Produtividade Adequadas a Cada Função

É importante ressaltar que as medidas de produtividade devem ser adequadas a cada função e perfil de profissional. Enquanto o tempo de uso de sistemas pode ser um indicador relevante para algumas atividades, o volume de vendas, o número de relatórios entregues ou a satisfação do cliente podem ser mais adequados para outras. O importante é que os critérios sejam claros, objetivos e comunicados de forma transparente aos funcionários.

Em resumo, o caso do Itaú serve como um alerta para a importância de se estabelecer um pacto de confiança entre empresas e funcionários, baseado na transparência, na comunicação clara e em medidas de produtividade adequadas a cada função. A tecnologia pode ser uma aliada na gestão do trabalho remoto, mas o diálogo e a confiança mútua continuam sendo os pilares de uma relação de trabalho saudável e produtiva.

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