Grupo de profissionais que tentam fazer o transporte da elefanta estão surpresos com as reações do animal
A saga da transferência da elefanta Bambi para o Santuário de Elefantes do Brasil, localizado na Chapada dos Guimarães (Mato Grosso), continua. Acompanhamos de perto cada etapa desse processo, que apresenta novos desafios a cada dia.
Preparação e desafios
Ontem, acompanhamos a equipe do santuário e do Bosque de Ribeirão Preto, que trabalham em conjunto para garantir o bem-estar de Bambi durante a transferência. A elefanta, com 58 anos e mais de 50 deles em um circo, sofreu maus-tratos e apresenta traumas. Apesar de viver em boas condições em Ribeirão Preto, a vida no santuário lhe proporcionará um ambiente ainda melhor, mais adequado às suas necessidades.
A voz dos especialistas
Scott Blythe, coordenador do santuário no Mato Grosso, e Alexandre de Golveia, chefe do Bosque em Ribeirão Preto, concederam entrevistas. Scott, com mais de 30 anos de experiência em resgate de elefantes, destacou a complexidade do caso de Bambi, afirmando ser o mais difícil entre os mais de 60 elefantes que já resgatou. Alexandre reforçou a dificuldade em lidar com o comportamento assustadiço de Bambi, fruto de seus traumas passados, e a necessidade de paciência e estratégias cuidadosas para o transporte.
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Um novo capítulo
As equipes adaptaram a caixa de transporte, transformando-a em um túnel para que Bambi se sinta mais segura. A elefanta Maison, companheira de Bambi, foi isolada para evitar conflitos. Apesar das dificuldades, a expectativa é de que, com paciência e respeito ao ritmo de Bambi, a transferência seja realizada com sucesso, garantindo uma vida mais digna e tranquila para a elefanta.



