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Dengue ultrapassa os 24 mil casos em Ribeirão Preto

Epidemia é a maior da história da cidade e pode piorar, porque há muitas suspeitas aguardando confirmação
Dengue Ribeirão Preto
Epidemia é a maior da história da cidade e pode piorar, porque há muitas suspeitas aguardando confirmação

Epidemia é a maior da história da cidade e pode piorar, porque há muitas suspeitas aguardando confirmação

Ribeirão Preto enfrenta um cenário alarmante com a epidemia de dengue atingindo níveis históricos. Os casos confirmados já somam quase 24.500, e a situação pode se agravar, considerando que os casos suspeitos se aproximam de 50 mil. A cidade também registra um número significativo de casos de Zika vírus.

Dengue em Níveis Alarmantes

Em coletiva de imprensa, o secretário municipal de Saúde, Estênio Miranda, confirmou a gravidade da situação, descrevendo a epidemia como a maior já vista em Ribeirão Preto. O número de casos registrados nesses meses superou qualquer registro anterior, mesmo em epidemias passadas. Apesar do cenário preocupante, há indícios de que a epidemia de dengue esteja começando a regredir, embora o número de novos casos diários ainda seja elevado, com uma média de 400.

Zika Vírus e Chikungunya

O boletim epidemiológico também revelou dados sobre o Zika vírus, com mais de 4.200 casos confirmados em Ribeirão Preto, incluindo 642 em gestantes. No entanto, até o momento, nenhum caso de microcefalia foi relacionado ao Zika vírus na cidade. As gestantes infectadas estão sendo monitoradas durante o pré-natal, e os bebês que nasceram de mães que tiveram Zika no final da gestação estão saudáveis. Quanto à Chikungunya, foram registrados 5 casos confirmados em Ribeirão Preto, sendo os primeiros em que os pacientes contraíram o vírus localmente, e não em viagens para outras regiões.

Gripe H1N1: Preocupação e Prevenção

Além da dengue e do Zika vírus, a entrevista coletiva abordou a preocupação com a gripe influenza (H1N1), que chegou mais cedo este ano. O secretário municipal de Saúde ressaltou a importância da vacinação como principal forma de prevenção contra o H1N1. A vacina disponível é a do ano passado, com validade até maio. Pessoas que fazem parte do grupo de risco, como crianças, idosos, obesos, gestantes, profissionais de saúde e doentes crônicos, devem se vacinar caso não tenham se vacinado no ano passado. O município também dispõe de um medicamento antiviral eficaz para reduzir o risco de complicações da gripe H1N1, mas seu uso deve ser criterioso e sob orientação médica.

Diante do cenário epidemiológico complexo, as autoridades de saúde reforçam a importância da prevenção e do tratamento adequado para controlar a disseminação das doenças.

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