Rapaz se apresentou à Polícia Civil e prestou depoimento; ele disse que revendeu o aparelho, mas não disse para quem
Celular de empresário morto é peça-chave na investigação
O celular de Beto Braga, engenheiro morto em Ribeirão Preto, foi encontrado e sua trajetória após o crime ajuda a elucidar o caso. Segundo informações da Polícia Civil, o receptador Thiago Soares de Souza entregou o aparelho à polícia nesta terça-feira (14). Seu depoimento indica que o telefone estava com Marcelo, um dos suspeitos do assassinato, reforçando a tese de latrocínio.
Depoimentos e a Confissão
O depoimento de Thiago foi prestado na delegacia da Rua Duque de Caxias, em Ribeirão Preto. Ele relatou ter recebido o celular de Marcelo e o vendido posteriormente. Marcelo e Gabriel Brito, presos desde o mês passado pela morte de Beto Braga, participaram de uma reconstituição na semana passada. Apesar de versões conflitantes, ambos confessaram o crime. O depoimento de Thiago, no entanto, confirma a versão de latrocínio, que Marcelo havia negado até então, fornecendo uma prova testemunhal da subtração do aparelho.
Inquérito e Situação dos Suspeitos
O delegado Targinosório afirma que o inquérito está próximo do fim, faltando apenas informações sobre transações financeiras, esperadas em até 15 dias. Thiago Soares de Souza responderá por receptação em liberdade, enquanto Gabriel e Marcelo permanecem presos. O empresário Beto Braga, que morava nos Estados Unidos, foi encontrado morto em seu apartamento após um encontro com a dupla, logo após o Natal. Ele foi estrangulado e teve seu celular e tênis roubados.
Leia também
A investigação demonstra a importância de cada peça de evidência, como o celular de Beto Braga, para a elucidação do crime e a responsabilização dos envolvidos. A confirmação do latrocínio, inicialmente negada por um dos suspeitos, fortalece o caso e encaminha o processo para sua conclusão.



