Pré-candidatos: Daniel Gobbi, Jorge Roque, Igor Oliveira, Suely Vilela, Marco Martins, Isaac Antunes, Luís Usai e Ismar Cabral
Ribeirão Preto esquenta para as eleições 2024: Nove pré-candidatos a prefeito já se lançaram
Cenário Eleitoral em Ribeirão Preto
A corrida eleitoral em Ribeirão Preto para as eleições de 2024 já começou a esquentar. Com o anúncio da pré-candidatura do deputado federal Ricardo Silva (PSD), o número de pré-candidatos a prefeito chegou a nove. Além de Silva, que também é vice-prefeito, estão na disputa Jorge Roque (PT), Igor Oliveira (PMDB), Sueli Vilaela (PSB), Marco Aurélio Martins (NOVO), Isaac Antunes (PL), Luiz Henrique Usai (Podemos), e Ismar Cabral (AGIR). Maurinácio, que inicialmente era pré-candidato, desistiu em favor de Jorge Roque, integrando uma frente progressista que reúne partidos de esquerda, como PT, Rede, PV, PCdoB.
Estratégias e Cenários
A grande quantidade de pré-candidatos reflete estratégias diversas. Alguns buscam visibilidade e projeção para si ou seus partidos, mirando também as eleições para vereador. A nova legislação eleitoral, que proíbe coligações, impacta a distribuição de recursos, incentivando candidaturas a prefeito para garantir maior acesso a financiamento e potencializar a chapa. A disputa se concentra em nomes com fortes apoios políticos ou em consolidação de suas candidaturas. Ricardo Silva, por exemplo, tem a vantagem de manter seu mandato de deputado federal independentemente do resultado da eleição municipal. Já outros candidatos, como vereadores, arriscam suas vagas ao concorrer à prefeitura.
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Desafios e Perspectivas
A eleição em Ribeirão Preto tende a ser bastante disputada, com partidos de centro e direita de um lado e centro-esquerda de outro. A influência do bolsonarismo, o apoio do atual prefeito e a possibilidade de negociações entre as forças políticas são fatores cruciais a serem observados. A tendência é que a disputa se concentre em poucas candidaturas viáveis, com o eleitorado cada vez mais pragmático. Em cidades menores, a dificuldade de renovação política e os desafios orçamentários municipais desestimulam a participação de alguns medalhões políticos. O sistema eleitoral, com turno único em cidades com menos de 200 mil eleitores, torna a disputa ainda mais decisiva. O período entre julho e atrássto, com as convenções partidárias, será crucial para definir as coligações e os candidatos que irão efetivamente disputar a eleição. A observação do cenário político neste período pré-convenções permitirá entender melhor o posicionamento dos partidos e a consolidação das candidaturas.