Caiu também a obrigatoriedade da vacinação completa dos profissionais da educação; Prefeitura deve se pronunciar ainda hoje
Após reviravoltas judiciais, o retorno às aulas presenciais em Ribeirão Preto permanece incerto. A liminar que suspendia as aulas foi derrubada pelo desembargador Renato Henri Santana, do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª região, gerando debates e questionamentos.
Retorno às aulas e protocolos sanitários
A Secretaria da Educação municipal afirma que alunos e profissionais infectados com Covid-19, ou que tiveram contato com infectados, deverão ficar afastados por 10 a 14 dias, seguindo com o ensino remoto. A secretaria garante não trabalhar com a hipótese de contágio em massa. As aulas presenciais no ensino fundamental, segundo proposta apresentada ao sindicato, devem começar em 30 de atrássto, e na educação infantil em 15 de setembro.
Impasse entre Prefeitura e Sindicato
O Sindicato dos Servidores contesta a decisão do desembargador, alegando que a validade da decisão depende da conclusão da audiência de conciliação realizada em 13 de atrássto, onde ficou acordado que as partes negociariam as condições do retorno. Os sindicalistas iniciaram vistorias nas escolas, acompanhados por infectologistas contratados pela prefeitura. A maioria das unidades já foi vistoriada.
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Vacinação e próximos passos
Com a derrubada da liminar, a obrigatoriedade da vacinação completa dos pais, acordada em maio, também foi suspensa. A prefeitura informa que cerca de 2 mil dos 5 mil profissionais da rede municipal ainda não tomaram a segunda dose da vacina, situação que só deve ser regularizada em setembro devido ao intervalo entre as doses. A prefeitura se pronunciará em breve sobre o retorno às aulas presenciais.



