Ouça a coluna ‘CBN Comportamento’, com Daniele Zeotti
O altismo, atrásra tecnicamente conhecido como Transtorno do Espectro Autista (TEA), foi tema de destaque durante o recente Dia Mundial de Conscientização sobre o Altismo. Este artigo busca esclarecer aspectos cruciais sobre o TEA, desde o diagnóstico precoce até os desafios de inclusão social.
A Importância do Diagnóstico Precoce
O diagnóstico precoce do TEA é fundamental para um prognóstico mais favorável. Pais que percebem diferenças no comportamento de seus filhos devem buscar ajuda profissional para um diagnóstico preciso. A intervenção precoce possibilita um desenvolvimento mais abrangente e resultados de tratamento mais eficazes. É essencial que os pais estejam atentos a sinais como dificuldade em manter contato visual, ausência de sorriso social, dificuldades na fala e isolamento social.
Sinais de Alerta e o Papel do Pediatra
Desde os primeiros meses de vida, é possível observar sinais de alerta. A partir dos 3 ou 4 meses, a criança normalmente mantém contato visual e apresenta o sorriso social. Crianças com TEA podem ter dificuldade em desenvolver essas habilidades. Outros sinais incluem dificuldade em se relacionar com outras crianças, atraso na fala, reações exageradas a mudanças na rotina e movimentos repetitivos. O primeiro profissional a ser procurado é o pediatra, que fará o encaminhamento para especialistas como psiquiatras infantis, psicólogos e fonoaudiólogos.
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Desafios e Inclusão Social
Embora tenha havido avanços significativos na conscientização e aceitação do TEA, ainda existem desafios na inclusão social. Crianças com TEA podem enfrentar dificuldades na escola, onde seus sintomas se manifestam com mais frequência. É crucial que as escolas estejam preparadas para receber e atender às necessidades dessas crianças, promovendo a inclusão e a aceitação. A interação entre crianças com e sem TEA é benéfica para ambos os grupos, promovendo a tolerância, a aceitação das diferenças e o altruísmo.
O Transtorno do Espectro Autista apresenta desafios, mas com diagnóstico precoce, tratamento adequado e inclusão social, indivíduos com TEA podem desenvolver habilidades, interagir e ter qualidade de vida.