Reclamações vão desde motoristas que param na vaga de motos, até para flanelinhas que orientação estacionar em locais proibidos
Frequentemente, visitantes do Bosque de Ribeirão Preto expressam frustração com a dificuldade de encontrar vagas para estacionar. A situação se agrava com a presença de flanelinhas que, em busca de lucro, orientam motoristas a estacionar em locais proibidos, resultando em multas inesperadas.
A Disputa por Vagas e a Ação dos Flanelinhas
O movimento na única entrada do Bosque Municipal começa cedo, com motoristas competindo por espaços na Rua Carlos Gomes. A pressa e a falta de atenção levam alguns a ignorar a sinalização, estacionando em áreas reservadas para motos ou em frente a guias rebaixadas. A Rua Benjamin Constant, que serve como saída, possui trechos onde o estacionamento é estritamente proibido, mas muitos motoristas desavisados acabam seguindo as orientações dos flanelinhas e estacionando ali.
O Impacto das Multas e a Indignação dos Moradores
A consequência dessa prática é amarga: multas inesperadas que chegam dias depois. Relatos de motoristas que foram orientados a estacionar em locais proibidos e de moradores que não podem estacionar em frente às próprias casas devido a novas placas de proibição revelam a dimensão do problema e a indignação da comunidade.
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Soluções Propostas e Orientações aos Motoristas
Moradores, como a cabeleireira Joana Dark Costa, cobram providências e sugerem a divisão do fluxo de veículos, utilizando as três entradas do Bosque (além da principal, as entradas da Tamandaré e do Mosteiro). A conscientização dos motoristas é fundamental: atenção à sinalização, respeito às garagens e guias rebaixadas, e desconfiança em relação às orientações de flanelinhas são atitudes que podem evitar multas e transtornos.
A resolução desse impasse exige a colaboração de todos: motoristas, flanelinhas e poder público.



