O caminhoneiro Donizete Luiz de Pádua jogou Juliana Proença no chão de um estacionamento e atirou várias vezes nela
A Delegacia de Investigações Gerais de Franca concluiu o inquérito sobre a tentativa de homicídio contra Juliana Proença, 37 anos. Ela foi baleada e atropelada pelo ex-namorado, Donizete Luiz de Pádua, no estacionamento de um supermercado em 25 de abril.
Prisão Preventiva e Ameaça
O delegado Márcio Murari pediu a prisão preventiva de Donizete, que já estava preso temporariamente na cadeia de Guanabara. O inquérito foi encaminhado à Vara do Júri de Franca. Segundo o delegado, a prisão preventiva é necessária porque Donizete representa uma ameaça à vida de Juliana.
O Crime e as Imagens
Câmeras de segurança registraram o crime. As imagens mostram Donizete atirando várias vezes em Juliana e, em seguida, a atropelando. Juliana namorou Donizete por 20 anos e estava separada há três meses. Ela havia aceitado um último encontro com ele, antes da mudança dele para Mato Grosso.
Versão da Defesa e Contraprovas
O advogado de defesa, Márcio de Freitas Cunha, alegou legítima defesa, afirmando que Donizete teria sido agredido por Juliana e uma terceira pessoa. O delegado Murari, no entanto, descartou a participação de terceiros, afirmando que testemunhas confirmaram que Juliana estava sozinha. Juliana ficou internada por duas semanas e já se recupera em casa.
Após se apresentar na delegacia um dia depois do depoimento de Juliana, Donizete permanece preso aguardando julgamento. As provas apresentadas apontam para a versão da vítima, descartando a alegação de legítima defesa.



