Mesmo proibido, o produto vem ganhando espaço no país; confira os detalhes
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) reúne-se hoje para discutir as regras sobre o cigarro eletrônico no Brasil. Apesar da proibição de comercialização, importação e propaganda desde 2009, o produto é facilmente encontrado e seu uso se dissemina.
Proibição e Precaução
A proibição, segundo a Anvisa, foi uma medida de precaução, devido à falta de dados científicos sobre os efeitos do cigarro eletrônico na saúde. A ausência de certeza sobre os potenciais danos levou à restrição imposta em 2009.
Análise e Possíveis Decisões
Desde 2019, a Anvisa analisa as regras para o cigarro eletrônico. O relatório final será apresentado hoje pela diretora Cristiane Rose Jordão Gomes. As possibilidades incluem alterações na legislação vigente, a abertura de uma consulta pública ou a manutenção do status quo. A reunião da diretoria visa a tomada de decisão sobre o futuro da regulamentação desse produto.
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Informações e Orientação
A necessidade de mais informações sobre as consequências do uso do cigarro eletrônico é crucial para que as autoridades possam orientar adequadamente a população. A discussão na Anvisa é um passo importante para esclarecer os riscos e definir políticas públicas eficazes.



