Por meio de nota, clube diz que decisão é um enorme desestímulo a competição; FPF garante que seguiu o regulamento
A Ferroviária de Araraquara, após conquistar a melhor campanha na primeira fase da Copinha, teve seu mando de campo invertido para a segunda fase, jogando em Rio Claro. A diretoria se manifestou por meio de nota, assinada pelo presidente Carlos Salmaso, expressando indignação com a decisão da Federação Paulista de Futebol.
Decisão da Federação Paulista
A nota da Ferroviária critica a subversão do critério técnico na escolha das praças dos jogos, considerando a mudança um desestímulo à competição e ao trabalho árduo de instituições do interior. A Federação Paulista, em sua nota, justificou a decisão com base no regulamento, alegando que o departamento de competições tem autonomia para designar mandos de campo, priorizando critérios técnicos de segurança e logística, especialmente em jogos contra clubes de maior porte.
Impacto e Repercussão
A decisão gerou controvérsia, com a Ferroviária argumentando que a inversão do mando de campo a prejudica injustamente, mesmo após ter superado times como o São Paulo na primeira fase. Apesar da justificativa da Federação, a percepção é de que a Ferroviária foi prejudicada, levantando questionamentos sobre a equidade da competição. A situação ilustra a complexidade de conciliar regulamentos com a justiça esportiva.
Situação de Outros Times
Outros times da região também estão disputando a segunda fase da Copinha. O Botafogo enfrenta o Trindade de Goiás em Tapeira, o Comercial joga contra o Mirassol em Osvaldo Cruz, e o Taquaritinga encara o Internacional de Porto Alegre em casa. A análise prévia aponta para a maior dificuldade do Botafogo e do Comercial, enquanto o Taquaritinga, apesar do adversário forte, tem a vantagem de jogar em casa, o que aumenta suas chances de avançar na competição. O técnico do Taquaritinga, Paulo Lipi, destacou a importância do apoio da torcida e a motivação da equipe para enfrentar o desafio.


