Justificativa para o aumento foi o dissídio da categoria e a inflação do período; acréscimo é de 7%
O preço do gás de cozinha subiu 7%, impactando diretamente o orçamento de consumidores brasileiros. Este aumento, diferente dos anteriores, não está relacionado à Petrobras, mas sim a um reajuste determinado pela categoria de distribuidoras, somado à inflação.
Impacto nos Comércios
Para comerciantes como Marília, dona de uma marmitaria, o aumento representa mais um desafio. Ela já realizou três reajustes no preço das marmitas este ano, e prevê um quarto aumento até dezembro. A alta nos custos de gás, energia e aluguel comprometem a lucratividade do seu negócio e a forçam a repensar suas estratégias de preços.
Aumento e o Custo para o Consumidor
O reajuste médio no botijão de gás ficou em torno de R$ 5,80, mas o impacto final para o consumidor pode ser maior, considerando o custo da entrega. Em alguns casos, o consumidor está optando por buscar o gás diretamente nas distribuidoras para economizar no frete, demonstrando a busca por alternativas para reduzir gastos.
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Reflexões sobre o Cenário Econômico
A sequência de aumentos em itens essenciais como gás, energia e alimentos gera preocupação e incerteza. A dificuldade em controlar os gastos e a necessidade de adaptações no consumo são reflexos diretos dessa realidade econômica desafiadora. A perspectiva de novos aumentos, inclusive por parte da Petrobras, agrava ainda mais a situação, impactando a qualidade de vida da população.



