Diagnóstico tardio pode deixar o problema ainda mais grave
Neste Dia Mundial do Rim, a CBN Ribeirão alerta para a doença renal crônica, um problema grave que mata 2,4 milhões de pessoas anualmente no mundo e afeta cerca de 10 milhões de brasileiros. O diagnóstico tardio agrava o quadro, tornando a prevenção crucial.
O que é doença renal crônica?
De acordo com o médico urologista Murilo Andrade, a doença renal crônica caracteriza-se pela perda progressiva da função renal. Os rins desempenham funções vitais, como equilíbrio de líquidos, eletrólitos, controle da pressão arterial e produção de hormônios. A doença, em estágios iniciais, costuma ser silenciosa, sem sintomas aparentes, reforçando a necessidade de diagnóstico precoce.
Fatores de risco e prevenção
A doença renal crônica pode atingir pessoas de todas as idades, desde crianças com disfunções renais congênitas até adultos com problemas como cálculos renais e infecções. O Dr. Andrade destaca que tanto fatores genéticos quanto estilo de vida contribuem para o desenvolvimento da doença. Hipertensão, diabetes, obesidade e sedentarismo aumentam o risco, podendo piorar quadros em pessoas com predisposição genética. A prevenção, portanto, envolve hábitos saudáveis e check-ups regulares.
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Tratamento e qualidade de vida
Pacientes com insuficiência renal terminal necessitam de terapias substitutivas, como diálise, que podem limitar a mobilidade e a qualidade de vida. O sucesso de um transplante renal, no entanto, permite o retorno a atividades normais. Por isso, a prevenção precoce é fundamental para evitar a dependência dessas terapias e garantir uma vida mais plena.
A conscientização sobre a doença renal crônica e a importância da prevenção são cruciais para reduzir o impacto dessa doença silenciosa, mas grave, em milhares de pessoas.



