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Dois bolsonaristas da região, que estão presos, serão julgados pelo ataque ao Palácio dos Três Poderes

Barquete Miguel Júnior, de Ribeirão, e Ana Carolina Brendolan, de Guariba, participaram dos atos terroristas de 8 de janeiro
ataque ao Palácio dos Três Poderes
Barquete Miguel Júnior, de Ribeirão, e Ana Carolina Brendolan, de Guariba, participaram dos atos terroristas de 8 de janeiro

Barquete Miguel Júnior, de Ribeirão, e Ana Carolina Brendolan, de Guariba, participaram dos atos terroristas de 8 de janeiro

O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciará o julgamento de 100 pessoas denunciadas por participação nos atos golpistas de 8 de janeiro em Brasília. Entre os acusados, estão Naina Kenji e outras duas pessoas da região de Ribeirão Preto: o corretor de imóveis Miguel Júnior e a médica veterinária Ana Carolina Guardieri Bredolam, presos há mais de três meses.

Acusações e Crimes

Os acusados, apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro, são apontados como responsáveis por invadir e danificar as sedes dos Três Poderes. Os crimes imputados incluem associação criminosa, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado e deterioração de patrimônio público. Se o STF acatar a denúncia da Procuradoria Geral da República (PGR), todos se tornarão réus.

O Processo Judicial

O advogado criminalista Leonardo Afonso Pontes explica que o julgamento para os presos será mais célere, com tramitação preferencial. O processo, que começou no plenário virtual do STF, pode, no entanto, ser transferido para o presencial caso algum ministro peça vista dos autos, atrasando o andamento. Devido ao grande número de acusados, o processo pode se estender por um longo período, envolvendo oitivas de testemunhas, depoimentos dos acusados e coleta de provas.

Possíveis Desfechos

Após o julgamento, que definirá a condição de réus dos acusados, alguns podem continuar presos, dependendo dos crimes imputados. Outros podem receber benefícios, como o direito de responder ao processo em liberdade, com ou sem restrições. A família dos acusados de Ribeirão Preto ainda não se manifestou sobre o caso.

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