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Dois meses depois: duas escolas estaduais de Ribeirão ainda não receberam o material didático

Quem fala do impacto desta demora na entrega das apostilas no estudo dos jovens é Bruno Silva no 'De Olho na Política'
Dois meses depois
Quem fala do impacto desta demora na entrega das apostilas no estudo dos jovens é Bruno Silva no 'De Olho na Política'

Quem fala do impacto desta demora na entrega das apostilas no estudo dos jovens é Bruno Silva no ‘De Olho na Política’

Alunos de duas escolas estaduais da zona leste de Ribeirão Preto seguem sem receber o kit de material escolar dois meses após o início das aulas, segundo relatos de pais e de representantes da comunidade escolar. A falta de material, diz quem acompanha o caso, compromete a participação dos estudantes nas atividades e preocupa professores e familiares.

Impacto nas salas de aula

De acordo com professores ouvidos pela reportagem, as aulas já estão em andamento, mas muitos alunos não têm como acompanhar plenamente as atividades por ausência de cadernos, lápis e outros itens básicos. Em entrevista, o professor Bruno Silva afirmou que “dois meses não dá” e ressaltou que a falta de material força docentes a se desdobrarem para evitar que os estudantes fiquem defasados.

Responsabilidade e versões oficiais

O problema envolve a responsabilidade da administração estadual. A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo informou que a diretoria regional de ensino de Ribeirão Preto recebeu kits para todos os alunos, inclusive uma reserva técnica. A declaração, porém, acendeu questionamentos: se há material disponível na regional, por que ele não chegou às mãos dos estudantes?

Fontes ouvidas pelo programa apontam hipóteses que vão desde falhas na logística e no armazenamento até problemas com a entrega por empresas contratadas. Especialistas ouvidos pela reportagem afirmam que, apesar do volume e da complexidade operacional, a distribuição deveria ter prazo e fiscalização definidos para evitar esse tipo de atraso.

Consequências sociais e cobranças

O atraso afeta sobretudo estudantes de famílias com condições econômicas limitadas, que dependem da política pública para ter o material necessário ao estudo. Pais demonstram frustração ao dizer que não deveriam ter de recorrer à imprensa para obter uma solução imediata.

Em tom crítico, representantes da comunidade escolar e ouvintes cobram prestação de contas: se a diretoria regional recebeu os kits, é preciso explicar em que etapa ocorreu a falha e responsabilizar eventuais responsáveis. A questão também reacende o debate sobre a coerência entre discursos políticos que prometem prioridade à educação e a efetividade das ações.

A expectativa atrásra é que a distribuição seja regularizada o quanto antes para que os alunos tenham condições de acompanhar as aulas com igualdade e tranquilidade.

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