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Dois são detidos por prática de ‘racha’ em rodovia em Ribeirão

Motociclistas foram flagrados pelo helicóptero Águia trafegando em alta velocidade na Rodovia Machado Sant'Anna
racha em rodovia
Motociclistas foram flagrados pelo helicóptero Águia trafegando em alta velocidade na Rodovia Machado Sant'Anna

Motociclistas foram flagrados pelo helicóptero Águia trafegando em alta velocidade na Rodovia Machado Sant’Anna

No último fim de semana, a Polícia Rodoviária Militar prendeu dois homens durante uma disputa de racha na Rodovia Antônio Machado Santana.

Ação da Polícia

A operação contou com o apoio do helicóptero Águia da Polícia Militar, devido ao grande número de motociclistas envolvidos. Após denúncias de racha na rodovia, por volta das 8h25 do dia 25, a polícia iniciou a perseguição, que terminou na cidade de Bonfim Paulista, distrito de Ribeirão Preto. Dois homens foram detidos: um mecânico de 28 anos de Barrinha e um homem de 31 anos de Américo Brasiliense. Eles tentaram se esconder, mas foram encontrados e levados para a delegacia.

Sequência dos Fatos e Veículos

Uma das motos estava sem placa e com motor e chassi suprimidos, enquanto a outra possuía documentação regular. Após o pagamento de fiança de R$ 2.000 para cada um, ambos foram liberados. O Sargento Peterson Pereira explicou que várias ligações para a polícia denunciavam a prática constante de rachas na região. O helicóptero Águia foi fundamental na localização dos suspeitos, que tentaram se esconder após perceberem a presença policial. As motos, do modelo Honda CBX 250 Twister, foram apreendidas, sendo uma delas devolvida por possuir documentação em ordem. As investigações apontaram que as motos haviam sido modificadas para corridas, com alterações na suspensão e pneus, inclusive um pneu “slick” em uma delas. Um dos condutores admitiu participar de corridas em Interlagos.

Investigação em Andamento

A Polícia Rodoviária Militar intensificou as fiscalizações na região devido às denúncias frequentes de rachas, muitas vezes registradas e divulgadas nas redes sociais. A investigação, que também envolve o Ministério Público, apura a organização desses eventos ilegais, incluindo a identificação de participantes por meio das redes sociais. A polícia já havia identificado alguns veículos anteriormente, mas as informações permanecem sob segredo de justiça.

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