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Dono de loja de veículos explica que não tem ligação com homem que atropelou jovem

Empresário Cylfarney Prado conversou com a CBN Ribeirão
Que não tem ligação
Empresário Cylfarney Prado conversou com a CBN Ribeirão

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Silfarnay Prado, proprietário da revenda de veículos Silcar Veículos, Que não tem ligação, localizada na Avenida Maurílio Biagi, em Ribeirão Preto, afirmou que vem recebendo ameaças desde a noite anterior ao ocorrido. Ele esclareceu que não possui qualquer ligação comercial ou pessoal com o empresário Alexandro Ischissato de Azevedo, acusado de atropelar um jovem de 18 anos durante protestos na cidade.

Silfarnay Prado explicou que adquiriu a revenda em junho de 2011 e que, Que não tem ligação, desde então, não mantém nenhuma relação com Alexandro Ischissato. Ele destacou que a informação de que Alexandro seria o proprietário atual da loja é incorreta e que a repercussão nas redes sociais tem gerado manifestações de revolta que ameaçam depredar o estabelecimento.

Esclarecimento sobre a propriedade da revenda

O atual dono da Silcar Veículos reforçou que é o único responsável pela empresa desde 2011, sem qualquer vínculo com o empresário acusado do atropelamento. Segundo ele, a confusão sobre a propriedade da loja tem sido disseminada nas redes sociais, causando mal-entendidos que prejudicam a imagem do negócio.

Ameaças e repercussão nas redes sociais: Desde o incidente envolvendo Alexandro Ischissato, Silfarnay Prado tem recebido diversas ameaças e ligações de pessoas que questionam sua relação com o acusado.

“Tenho recebido ligações questionando a propriedade da loja e expressando indignação pelo atropelamento, o que tem causado grande estresse e preocupação para mim e meus funcionários”, afirmou.

Essas manifestações têm gerado um clima de tensão e insegurança no local.

Medidas adotadas para proteção do estabelecimento: Devido às ameaças de depredação, a equipe da revenda precisou retirar cerca de 70 veículos do estabelecimento para evitar danos. Silfarnay Prado também planeja divulgar o contrato social da empresa nas redes sociais para esclarecer a situação e acabar com os mal-entendidos.

“Pretendo divulgar o contrato social da empresa para que todos possam ver que não tenho qualquer ligação com o empresário acusado e que a loja continue funcionando normalmente”, explicou.

Impactos emocionais e financeiros para a empresa

O proprietário destacou que a empresa depende do funcionamento diário para evitar prejuízos financeiros e que a imagem da revenda tem sido afetada negativamente pelos acontecimentos recentes. Além disso, o ambiente de trabalho tem sido prejudicado pelo estresse causado pelas ameaças e pela repercussão negativa nas redes sociais.

“Essa situação tem causado grande preocupação para mim e para meus funcionários, pois afeta não só a imagem da empresa, mas também o nosso dia a dia”, disse Silfarnay Prado.

Informações adicionais

Silfarnay Prado agradeceu à imprensa pela oportunidade de esclarecer os fatos e reforçou que não tem envolvimento com o empresário acusado do atropelamento. Ele espera que, com a divulgação dos documentos oficiais, a situação seja esclarecida e o negócio possa continuar operando normalmente, sem prejuízos adicionais.

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