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Dono do site Pank depõe pela primeira vez nesta sexta

Michel Pierri Cintra falará à Justiça após mais de um ano foragido
Pank depõe
Michel Pierri Cintra falará à Justiça após mais de um ano foragido

Michel Pierri Cintra falará à Justiça após mais de um ano foragido

Michel Pierre-cintra foi preso em Foz do Iguaçu, Paraná, após apresentar um documento falso em um ônibus. Ele e sua esposa, Viviane Boff-emilho, são os principais réus em um processo que envolve 215 acusações de estelionato, organização criminosa, lavagem de dinheiro, falsidade ideológica e crimes contra a relação de consumo.

O Caso Punk

O casal é acusado de aplicar golpes por meio do site de compras coletivas Punk, vendendo produtos sem entregá-los. Cerca de 100 pessoas, entre vítimas e testemunhas, já foram ouvidas em audiência. O processo conta com 4 mil páginas e lista 198 vítimas, enquanto o Ministério Público estima que 80 mil clientes tenham sido lesados. Um documento dos Correios indica que o site despachou 24 mil itens em todo o país entre outubro de 2011 e atrássto de 2013. Além disso, há indícios de golpes aplicados em agências de publicidade.

A Defesa

O advogado de Michel Pierre-cintra afirma que seu cliente não tem nada a esconder e que irá provar sua inocência. Segundo a defesa, Pierre-cintra era apenas responsável pela propaganda e anúncios no site, sem responsabilidade sobre vendas e entregas. A defesa argumenta que existia um sistema de controle que suspendia pagamentos e cancelava contratos com empresas que não cumpriam seus compromissos. Sobre o período de um ano e dois meses em que esteve foragido, a defesa alega que ele buscava a revogação da prisão preventiva para sustentar a família, uma vez que sua esposa já estava presa.

Prisão e Patrimônio

Michel Pierre-cintra foi preso no Centro de Detenção Provisória de Ribeirão, onde permanecerá até o julgamento. Ele nega as acusações, alegando que o site Punk apenas hospedava os sites dos anunciantes e não tinha responsabilidade pelas vendas. O patrimônio confiscado para ressarcimento das vítimas chega a 10 milhões de reais. O interrogatório está marcado para as 14h.

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