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DRS 8 vai elencar os hospitais que podem receber pacientes em demanda represada

Moradores, principalmente da cidade de Franca, têm reclamado da superlotação dos hospitais e da falta de vagas
Demanda represada
Moradores, principalmente da cidade de Franca, têm reclamado da superlotação dos hospitais e da falta de vagas

Moradores, principalmente da cidade de Franca, têm reclamado da superlotação dos hospitais e da falta de vagas

Franca enfrenta grave crise no atendimento público de saúde, com aumento de quase 100% na procura por consultas médicas nas últimas três semanas. A situação sobrecarrega a Santa Casa, principal hospital da região, que atende também outras cidades.

Sobrecarga nos Serviços de Saúde

O aumento na demanda se deve a diversos fatores: aumento de casos de Covid-19, surto de dengue, problemas respiratórios típicos da época e doenças crônicas. A Secretaria da Saúde de Franca relata que a média diária de atendimentos saltou de 1.600 para cerca de 3.000. Na Santa Casa, a fila de espera chegou a 43 pacientes, embora tenha diminuído para 22 recentemente.

Medidas Emergenciais e Busca por Soluções

Em resposta à crise, houve reuniões entre prefeitura, Santa Casa, Ministério Público (Estadual e Federal) e diretoria regional de saúde. As autoridades buscam implementar um protocolo de regulação mais claro, envolvendo hospitais da região. Há negociações para a compra de mais vagas de internação em outros hospitais, além da possibilidade de abertura de 10 novos leitos na Santa Casa. O Ministério Público solicitou informações sobre pacientes com alta hospitalar que ainda permanecem internados, para agilizar a liberação de leitos. Uma nova reunião está marcada para definir prazos e ações para a desospitalização desses pacientes.

A Santa Casa propôs ao Estado a abertura de 50 novos leitos em formato de gestão, similar ao modelo de AMEs (Ambulatórios Médicos de Especialidades) que o grupo já administra. A Secretaria de Estado da Saúde monitora a situação e a Central de Regulação de Vagas auxilia na transferência de pacientes para serviços mais próximos. A falta de investimento em leitos de UTI em hospitais da região, como o caso de Ipuã, agrava o problema, demonstrando a necessidade de ações conjuntas para solucionar a crise.

A situação em Franca reflete um cenário regional, com aumento de casos de Covid-19, gripe e outras doenças respiratórias, sobrecarregando o sistema público de saúde. A busca por atendimento médico resulta em longas filas de espera, principalmente para atendimentos pediátricos, impactando diretamente a população.

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