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DRS de Franca espera abrir mais 27 leitos de UTI Covid até terça-feira (1º)

Sistema de saúde da cidade está próxima de um colapso com 35 pessoas internadas em 37 leitos disponíveis
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Sistema de saúde da cidade está próxima de um colapso com 35 pessoas internadas em 37 leitos disponíveis

Sistema de saúde da cidade está próxima de um colapso com 35 pessoas internadas em 37 leitos disponíveis

Franca e região enfrentam aumento exponencial de casos de Covid-19 com a nova variante, causando grande tensão na rede de saúde.

Novos leitos de UTI em Franca

O governo paulista anunciou novos leitos de UTI para cidades paulistas, incluindo Franca, devido ao aumento de casos de Covid-19. A cidade já conta com 40 leitos de UTI para Covid-19, mas a taxa de ocupação está próxima de 100%. Em fevereiro, serão abertos mais 27 leitos, um aumento de 77,5%, sendo 12 na Santa Casa de Franca e 15 na região. A prefeitura de Franca também investirá em equipamentos para reforçar as vagas atuais.

Regulação de vagas e investimentos

A regulação de vagas para pacientes que aguardam internação em UTI é um grande desafio. Há uma lista de espera com pacientes necessitando de atendimento especializado. Ipuã e Igarapava receberam reforço de vagas, mas a situação permanece crítica. O governo do Estado liberou os 27 novos leitos, independentemente do Ministério da Saúde, e prorrogou até o final de fevereiro os leitos cadastrados. A alta taxa de ocupação e o grande número de casos exigem um trabalho constante de realocação de pacientes e busca ativa por vagas.

A importância da vacinação

A vacinação é fundamental para reduzir a gravidade dos casos e o número de óbitos. A maioria dos casos graves e que necessitam de internação é de pacientes não vacinados ou com esquema vacinal incompleto. Mesmo entre os casos graves em UTI, aqueles com imunização completa têm apresentado melhor evolução. A busca ativa por pessoas que não se vacinaram ou não completaram o esquema vacinal é crucial, assim como a vacinação infantil.

A situação da saúde em Franca e região permanece crítica, mas a abertura de novos leitos e o esforço conjunto de governo, prefeituras e profissionais de saúde oferecem um pouco mais de alívio. A vacinação continua sendo a principal ferramenta de combate à doença, e a busca ativa por não vacinados é essencial para reduzir a pressão sobre o sistema de saúde.

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