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DRS de Franca espera abrir mais 27 leitos de UTI Covid até terça-feira (1º)

Sistema de saúde da cidade está próxima de um colapso com 35 pessoas internadas em 37 leitos disponíveis
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Sistema de saúde da cidade está próxima de um colapso com 35 pessoas internadas em 37 leitos disponíveis

Sistema de saúde da cidade está próxima de um colapso com 35 pessoas internadas em 37 leitos disponíveis

O governo do Estado de São Paulo anunciou a abertura de novos leitos de UTI em cidades paulistas para atender ao aumento de casos de COVID-19. Franca, por exemplo, enfrenta alta demanda, com cerca de 30 pacientes aguardando regulação para enfermaria ou UTI apenas em um dia, segundo dados da prefeitura.

Ações em Franca

A prefeitura de Franca, em conjunto com o governo paulista, busca solucionar a situação. Há tratativas para investimentos em novos leitos, com o município destinando recursos para locação de equipamentos na Santa Casa, visando reforçar as vagas existentes. O prefeito Alexandre Ferreira também se reuniu com o Ministério Público e a Regional de Saúde para discutir a problemática.

A Visão da Regional de Saúde

O diretor da Regional de Saúde, Dr. Marcelo Miang, destaca a preocupação com o aumento exponencial de casos da nova variante. Ele afirma que medidas estão sendo tomadas para evitar o estrangulamento da rede de saúde, como ocorreu com as variantes Delta e Gama. A abertura de 27 novos leitos de UTI está prevista para o início de fevereiro, um aumento de 67,5% na capacidade atual.

Regulação e Vacinação

A regulação de vagas em leitos de UTI também é um desafio. Há pacientes aguardando em prontos-socorros, e a Regional de Saúde trabalha para agilizar o processo por meio do sistema CROSS. A baixa taxa de ocupação de leitos em meses anteriores contrasta com a atual situação crítica. A vacinação é apontada como crucial para reduzir a gravidade dos casos e a necessidade de internação, com dados mostrando maior eficácia na prevenção de casos graves entre pacientes imunizados.

A situação exige um monitoramento constante e ações coordenadas entre governo, municípios e profissionais de saúde. A busca ativa por pessoas não vacinadas e a conscientização sobre a importância da imunização completa são fatores essenciais para enfrentar a nova onda de casos.

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