Através do processo criativo, intelectual, especialistas enxergam uma opção de aquecimento da economia
Uma das grandes expectativas da sociedade é encontrar meios de alavancar a economia, estimulando investimentos, geração de empregos e renda. A economia criativa surge como alternativa para impulsionar negócios e desenvolvimento humano.
Economia Criativa: Cultura e Inovação
Pesquisadoras explicam a relação entre economia e profissões como jornalismo e história, destacando a abrangência da economia criativa. Iniciando pela cultura, área de atuação das pesquisadoras, elas explicam como a busca pela viabilização de projetos culturais as levou ao estudo da economia criativa. A cultura é um setor forte, mas não o único; a economia criativa engloba atividades que agregam valor por meio da criatividade, como música, cinema, artesanato e patrimônio cultural. A inovação é um fator primordial, mas nem todo setor inovador se enquadra na economia criativa; esta se baseia na criatividade humana como matéria-prima para geração de trabalho e renda.
Desvendando a Economia Criativa
A economia criativa abrange diversos setores, desde o artesanato e a gastronomia até a indústria fonográfica e o cinema. Cidades podem se tornar criativas ao potencializar seus recursos culturais e históricos, como Ribeirão Preto com sua indústria cervejeira artesanal. A criatividade pode ser desenvolvida e aplicada em diferentes áreas, e a economia criativa não é apenas um método criativo de fazer economia, mas sim um conjunto de atividades com potencial de geração de renda e empregos, incluindo design, moda e turismo.
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A economia criativa não é algo novo, mas sim a potencialização de algo intrínseco ao ser humano: a criatividade. A novidade reside na percepção e planejamento em larga escala, com incentivo governamental para o desenvolvimento humano e geração de renda. Muitas cidades brasileiras possuem potencial não explorado na economia criativa, que poderia ser uma alavanca para reverter problemas econômicos. É preciso olhar para os potenciais locais e transformar problemas em oportunidades de geração de trabalho e renda, como exemplifica o caso de uma cidade na Inglaterra que transformou o vento, inicialmente um problema, em um atrativo turístico com um parque eólico que gera música.



