Excesso de moeda no mercado, para Zé Rita Moreira, pode acarretar o aumento da inflação e da taxa de juros
O auxílio emergencial, crucial para a economia brasileira e para milhões de famílias, está chegando ao fim. A impossibilidade de sua manutenção foi declarada pelo presidente Jair Bolsonaro, que apontou o endividamento público como fator limitante.
Impactos da Suspensão do Auxílio
A suspensão do auxílio emergencial terá impactos econômicos, segundo o economista José Rita Moreira. Embora tenha mantido empregos e impulsionado a economia durante a pandemia, o dinheiro injetado gerou um excesso de moeda, enfraquecendo o real e contribuindo para a inflação. A alta nos preços de combustíveis, energia e itens da cesta básica agrava a situação, reduzindo o poder de compra das famílias.
Perspectivas para a Economia
Apesar dos desafios, Moreira destaca a geração de empregos e os recordes na bolsa de valores como sinais positivos. Ele acredita que a retomada econômica, impulsionada por setores como tecnologia e agronegócio, compensará a retirada do auxílio. A redução da interferência governamental e o aumento da transparência são fatores cruciais para atrair investimentos e garantir a estabilidade econômica.
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Considerações Finais
O auxílio emergencial, embora necessário, foi uma solução temporária. A solução a longo prazo reside no crescimento econômico sustentável, na geração de empregos e na redução da dependência de programas assistenciais. A manutenção do estado de calamidade pública também é questionada, por seu potencial para gastos desordenados e falta de transparência. A prioridade deve ser a criação de um ambiente econômico estável e transparente, que atraia investimentos e gere oportunidades para todos.



