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Economista projeta uma queda inflacionária nos próximos anos

Confira a análise de Nelson Rocha Augusto na coluna 'CBN Economia'
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Confira a análise de Nelson Rocha Augusto na coluna 'CBN Economia'

Confira a análise de Nelson Rocha Augusto na coluna ‘CBN Economia’

O Banco Central divulgou seu relatório trimestral, um documento extenso que analisa a conjuntura econômica nacional e internacional. O foco principal é a inflação, com a expectativa de 5,8% para este ano, uma taxa alta, mas em desaceleração.

Inflação em queda

Apesar da inflação acumulada em 8% nos últimos 12 meses (até maio), o Banco Central projeta uma queda para 5,8% em 2021, podendo chegar a 5%. Para 2022 e 2023, as projeções são de 3,5% e 3,3%, respectivamente. Essa desaceleração é esperada após o aumento recente nos preços de alimentos (como carne), energia e combustíveis.

Atividade econômica

A atividade econômica apresentou crescimento nos últimos meses, impulsionada por fatores sazonais e estímulos econômicos. Entretanto, a inflação afeta o poder de compra da população, e o crescimento do emprego não compensa essa perda. A atividade econômica vem perdendo força desde maio, com expectativa de desaceleração em julho e recuperação mais expressiva a partir de setembro, impulsionada pela queda da inflação, aumento do emprego e melhora no cenário sanitário com a vacinação.

Perspectivas futuras

Em resumo, embora a inflação ainda seja alta, há indícios de desaceleração. A atividade econômica, após um período de crescimento, apresenta sinais de arrefecimento, devendo retomar o crescimento de forma mais consistente no segundo semestre do ano, impulsionada pela diminuição da inflação, aumento do emprego e avanço da vacinação.

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