Comerciantes que optaram pelas vendas a domicílio tem faturado durante a quarentena
A pandemia trouxe mudanças significativas para diversos setores, e o comércio de alimentos em domicílio foi um dos que mais se destacaram. Com mais pessoas em casa, a procura por serviços de entrega aumentou consideravelmente, beneficiando vendedores como Edson, que há nove anos trabalha nas ruas vendendo ovos.
Ovos e outros produtos na porta de casa
Edson relata um aumento nas vendas de 20% a 25%, atribuindo o sucesso à entrega na porta da casa dos clientes. A comodidade de não precisar ir ao mercado se tornou um atrativo, especialmente em tempos de isolamento social. Para garantir a segurança, Edson reforçou os cuidados com a higiene, utilizando álcool em gel após cada transação.
Adaptação e inovação no setor de hortifrúti
O aumento na demanda não se limitou aos ovos. Maria Cristina e sua filha Érica, que trabalham com hortaliças orgânicas, também tiveram um incremento nas vendas. Para atender à maior procura, elas aumentaram a plantação e utilizam o Whatsapp para divulgar os produtos semanalmente, permitindo que os clientes façam seus pedidos e recebam as cestas em casa. Essa estratégia eficiente permitiu manter as vendas mesmo com a redução do fluxo de pessoas nos mercados.
Leia também
Reinventando o comércio em tempos de pandemia
A experiência de Edson, Maria Cristina e Érica demonstra a capacidade de adaptação e inovação do comércio local em tempos de crise. A entrega em domicílio, aliada a estratégias de divulgação eficientes e cuidados com a higiene, se mostrou fundamental para garantir a continuidade dos negócios e atender à demanda crescente por produtos frescos e de qualidade, sem que os clientes precisem se expor aos riscos da pandemia.



