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Efeitos do cigarro permanece no corpo de 10 a 15 anos depois de parar de fumar

Médico oncologista Carlos Fruet destaca o tabagismo como um dos principais fatores de riscos para vários tipos de câncer
efeitos do cigarro
Médico oncologista Carlos Fruet destaca o tabagismo como um dos principais fatores de riscos para vários tipos de câncer

Médico oncologista Carlos Fruet destaca o tabagismo como um dos principais fatores de riscos para vários tipos de câncer

O Dia Nacional de Combate ao Fumo serve como um alerta aos males causados pelo cigarro. De acordo com pesquisas e médicos oncologistas, como o Dr. Carlos Frué, o tabagismo é um dos principais fatores de risco para diversos tipos de câncer, incluindo pulmão, cabeça e pescoço, pâncreas, estômago e esôfago.

Cigarro Eletrônico: um perigo em ascensão

O uso de cigarros eletrônicos entre jovens é uma preocupação crescente. Estudos demonstram a relação entre o cigarro eletrônico e o aumento da incidência de câncer e doenças pulmonares, como enfisema. O cigarro eletrônico, segundo especialistas, pode ser tão ou mais prejudicial que o cigarro convencional.

Consequências a longo prazo

Os efeitos nocivos do cigarro persistem no corpo mesmo após a pessoa parar de fumar, podendo durar de 10 a 15 anos. Para quem deixa o vício, a chance de desenvolver câncer de pulmão após esse período se iguala à de quem nunca fumou. A prevenção é fundamental.

Prevenção e cuidados

Parar de fumar é o primeiro passo crucial. Observar o corpo e procurar auxílio médico diante de qualquer alteração são medidas essenciais. A recomendação é buscar atendimento com o clínico geral, que encaminhará para especialistas se necessário. A prevenção e a atenção à saúde são armas poderosas contra os males do tabagismo.

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