Quem analisa o sétimo filme da sequência é o crítico e cineasta André de Castro na coluna ‘Cinema’
Uma Nova Fase na Saga Transformers
Após cinco filmes, a franquia Transformers chega ao seu sexto capítulo, O Despertar das Feras. Diferentemente dos trabalhos anteriores dirigidos por Michael Bay, este filme apresenta uma nova abordagem, com mudanças na equipe de produção e direção. Apesar da ausência de Bay, a expectativa era alta, principalmente após o sucesso do filme solo de Bumblebee.
Efeitos Visuais e Trilha Sonora
Embora os efeitos visuais sejam um ponto forte da franquia, em O Despertar das Feras, eles não apresentam uma evolução significativa em comparação com os filmes anteriores. A grandiosidade das cenas de ação, marca registrada da saga, permanece, mas a inovação visual fica a desejar. A trilha sonora, por sua vez, passa quase despercebida devido ao excesso de barulho e destruição presentes nas cenas de ação frenéticas, o que prejudica a imersão do espectador.
Uma Experiência Decepcionante?
A crítica destaca que, apesar da duração mais curta (127 minutos), o filme não consegue desenvolver adequadamente a trama e os personagens. A história, que envolve a clássica luta entre bons e maus pela Terra, soa repetitiva e pouco original. Para os fãs da saga, a experiência pode ser decepcionante, principalmente se comparada aos filmes anteriores, especialmente o solo de Bumblebee, que trouxe um novo fôlego à franquia. A ausência de amadurecimento na narrativa e nos efeitos visuais é apontada como um dos principais pontos negativos.
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Em resumo, O Despertar das Feras se apresenta como um filme mediano, com cenas de ação grandiosas, mas com uma história fraca e pouco inovadora. A ausência de evolução em relação aos filmes anteriores e a trilha sonora pouco marcante contribuem para uma experiência que pode deixar até mesmo os fãs mais fiéis decepcionados. Resta aguardar o próximo filme da saga para ver se a franquia consegue retomar o caminho do sucesso.



