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Em cada casa de Ribeirão três recipientes podem servir de criadouro para o Aedes Aegypti

Levantamento inédito é da Secretária de Estado da Saúde
Aedes Aegypti
Levantamento inédito é da Secretária de Estado da Saúde

Levantamento inédito é da Secretária de Estado da Saúde

A Secretaria Estadual da Saúde divulgou uma projeção inédita que mostra um alto risco de proliferação do mosquito Aedes aegypti em diversas cidades da região. O estudo analisou a presença de recipientes com água parada em residências, identificando locais propícios para a criação do mosquito transmissor de dengue, zika, chikungunya e febre amarela.

Risco de Epidemia e Números Alarmes

O levantamento apontou uma média de três recipientes com potencial para a proliferação do mosquito em cada casa em Ribeirão Preto, por exemplo. Com o tempo chuvoso seguido de calor intenso, as condições climáticas são ideais para o desenvolvimento do Aedes aegypti, aumentando o risco de uma epidemia. A alta infestação, especialmente em algumas regiões do estado, preocupa as autoridades de saúde.

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Os Principais Criadouros

De acordo com Irma Neves, assistente de direção da Superintendência de Controle de Endemias (Susen), os principais criadouros do mosquito são vasos de plantas e seus pratinhos, além de potes e embalagens plásticas descartadas incorretamente. Mesmo recipientes pequenos, como tampinhas de garrafa, representam um perigo. A Susen realiza levantamentos periódicos, em conjunto com os municípios, para avaliar a densidade larval e identificar os principais tipos de criadouros.

Prevenção e Ações Coletivas

Para combater a proliferação do mosquito, a Secretaria da Saúde lançou uma semana estadual de mobilização. A ação visa conscientizar a população sobre a importância da eliminação de criadouros em residências, locais de trabalho e espaços públicos. A limpeza de terrenos baldios e a manutenção de bebedouros de animais também são fundamentais. Embora produtos químicos possam ser usados em alguns casos, a remoção dos recipientes é a medida mais eficaz. A prevenção contínua, com inspeções regulares em busca de água parada, é crucial para evitar uma nova epidemia, principalmente considerando que os ovos do mosquito podem sobreviver por mais de um ano em condições secas.

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