Em compensação, a doença já contaminou 3.500 pessoas em todo São Paulo neste ano; duas pessoas morreram em decorrência
Chikungunya em Perão Preto: cenário diferente de São Paulo
Enquanto São Paulo registrou um aumento expressivo de casos de Chikungunya em 2021, Perão Preto apresenta um cenário distinto. De janeiro a maio deste ano, o número de registros da doença permanece baixo na cidade.
Comparação com dados estaduais
Em contraponto à situação em Perão Preto, o estado de São Paulo contabilizou 3.500 casos de Chikungunya nos primeiros cinco meses de 2021, com dois óbitos. Em 2020, foram registrados apenas 240 casos em todo o estado, sem mortes. Esse aumento significativo em 2021, cerca de 15 vezes maior que o ano anterior, chama a atenção, embora a doença ainda não seja considerada uma epidemia, diferentemente da dengue.
Prevenção e cuidados
A Chikungunya, assim como a dengue, é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. A recomendação é manter os cuidados habituais de prevenção: eliminar possíveis criadouros do mosquito, como água parada em recipientes, e realizar limpeza regular de casas e terrenos, principalmente neste período de estiagem. A prevenção continua sendo a melhor forma de combater a doença.
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É importante a população manter a vigilância e seguir as recomendações de prevenção para evitar a proliferação do mosquito transmissor. A limpeza frequente de quintais e a eliminação de recipientes que possam acumular água são medidas eficazes para reduzir o risco de contágio.



