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Em colapso na saúde, Franca tem 52 pacientes aguardando por internação

São 21 pessoas na fila por UTIs e 31 por enfermarias; três bares foram interditados por promoverem aglomerações
colapso na saúde
São 21 pessoas na fila por UTIs e 31 por enfermarias; três bares foram interditados por promoverem aglomerações

São 21 pessoas na fila por UTIs e 31 por enfermarias; três bares foram interditados por promoverem aglomerações

Franca enfrenta colapso no sistema de saúde devido à pandemia de Covid-19.

Situação crítica no Pronto Socorro

Ontem, 49 pessoas aguardavam transferência do Pronto Socorro Álvaro Azus para hospitais da região, necessitando de leitos de UTI e enfermaria. Este número subiu para 52 pacientes hoje, sendo 21 para UTI e 31 para enfermaria. A situação é tão grave que o Ministério Público recomendou ao Estado a abertura de novos leitos.

Medidas emergenciais

Para tentar desafogar o Pronto Socorro, a Secretaria de Saúde de Franca anunciou a abertura de seis novos leitos na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Jardim Aeroporto. Esta unidade não receberá pacientes com síndrome respiratória aguda, mas servirá de suporte ao Álvaro Azus. Além disso, houve uma fiscalização que interditou três estabelecimentos que descumpriam as medidas de restrição. O Ministério Público entrou com ação judicial contra o Estado para garantir o aumento de leitos ou a transferência de pacientes para outras regiões.

Profissionais de saúde exaustos e medidas futuras

A situação preocupa, pois os 550 atendimentos realizados no Pronto Socorro Álvaro Azus na última quarta-feira demonstram a exaustão dos profissionais de saúde. A prefeitura estuda novas restrições e a contratação emergencial de enfermeiros e técnicos de enfermagem, além de um processo para contratação de médicos. Um projeto de lei para contratação temporária será votado na próxima semana. O prefeito alertou a população sobre a importância do cumprimento das medidas de segurança para evitar a sobrecarga do sistema de saúde.

A situação em Franca permanece crítica, com a população e os profissionais de saúde sobrecarregados. A espera pela decisão judicial e pela ação do Estado é crucial para amenizar a crise no sistema de saúde municipal.

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