Decreto começou a valer a partir dessa segunda (25); denúncias podem ser feitas pelo CoviZap
Franca, interior de São Paulo, enfrenta situação crítica com o aumento de casos de COVID-19 e encontra-se na fase vermelha do Plano São Paulo. Apesar das novas medidas restritivas em vigor, alguns comerciantes insistem em manter seus estabelecimentos abertos, desafiando as determinações.
Fiscalização intensificada
A Vigilância Sanitária de Franca tem atuado rigorosamente na fiscalização, respondendo a denúncias de irregularidades. Ao receber notificações sobre descumprimento das regras da fase vermelha, equipes são enviadas para averiguar a situação e tomar as medidas cabíveis. Apenas serviços essenciais, como farmácias e mercados, estão autorizados a funcionar. Bares, restaurantes e o comércio em geral devem permanecer fechados.
Canais de denúncia
A Prefeitura de Franca disponibiliza o Covi-zap, um número de WhatsApp (16 9 9917-2080) para denúncias anônimas de irregularidades e aglomerações. A população pode enviar fotos, áudios ou mensagens de texto relatando o descumprimento do decreto estadual e municipal.
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Polêmica sobre tratamento precoce
Outra questão gerando controvérsia é a decisão da prefeitura de Franca de autorizar a compra de medicamentos como cloroquina, ivermectina e azitromicina para tratamento precoce da COVID-19. Essa medida contrasta com a declaração da ONU de que não há tratamento precoce comprovadamente eficaz contra o novo coronavírus. A situação em Franca permanece complexa, com novos leitos sendo abertos para atender à demanda crescente, enquanto a fiscalização busca conter o avanço da pandemia.
A cidade enfrenta um desafio significativo na luta contra a pandemia, equilibrando a necessidade de conter a disseminação do vírus com as dificuldades enfrentadas pela população e pelo comércio local. A fiscalização e a participação cidadã por meio das denúncias são fundamentais neste momento.



