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Em menos de um mês escolas públicas de Ribeirão registram três casos de violência contra crianças

Último caso aconteceu nesta terça (1º) quando um estudante foi agredido com um soco no olho em uma unidade nos Campos Elíseos
violência contra crianças
Último caso aconteceu nesta terça (1º) quando um estudante foi agredido com um soco no olho em uma unidade nos Campos Elíseos

Último caso aconteceu nesta terça (1º) quando um estudante foi agredido com um soco no olho em uma unidade nos Campos Elíseos

Um adolescente de 13 anos foi agredido com um soco no olho na noite de ontem em uma escola estadual de Ribeirão Preto.

Agressão na Escola Estadual Elie Lopes Meirelles

O incidente ocorreu na Escola Estadual Elie Lopes Meirelles, localizada na zona norte da cidade, no bairro Campos Elíseos. Segundo o estudante, o ataque aconteceu após ele pedir a um colega que diminuísse o barulho no corredor durante a saída da escola. Ele relatou que ao encostar na bolsa do colega, este o agrediu com um soco no rosto e fugiu. O jovem precisou de atendimento médico em um hospital particular e passará por exame de corpo de delito.

Sequência de Violência e Investigação

Esta é a terceira ocorrência de violência contra crianças e adolescentes em escolas públicas de Ribeirão Preto em menos de um mês. Casos anteriores envolveram um estudante de 11 anos agredido na Escola Municipal Professor Anício Teixeira e um menino de 8 anos que teve os dentes da frente quebrados na Escola Municipal Dr. Valdemar Roberto. A Polícia Civil investiga o caso e a diretoria regional de ensino de Ribeirão Preto afirma estar tomando providências, repudiando atos de violência.

Possíveis Causas e Soluções

Em entrevista, o professor José Marcelino de Resende, especialista em educação da USP, apontou a falta de diálogo e a ausência de participação dos alunos em discussões sobre regras de convivência como fatores que contribuem para esse tipo de comportamento. Ele defendeu a construção coletiva de regras e a oferta de atividades escolares mais interessantes para evitar conflitos. A falta de comunicação entre escolas e famílias também foi destacada como um problema, com alguns pais só tomando conhecimento das agressões após seus filhos chegarem em casa. A Secretaria da Educação anunciou que toda a rede de ensino será orientada a acompanhar os casos de brigas nas escolas, durante e após os acontecimentos. A situação demonstra a necessidade de um planejamento educacional mais efetivo e um ambiente escolar mais seguro para todos.

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