Investigação apura se uma amiga de Larissa teria sido envenenada por Elizabete Arrabaça anos antes da morte da professora
A CBN Ribeirão acompanha as investigações sobre a morte por envenenamento da professora de pilates Larissa Rodrigues. O repórter Daniel Olinto trouxe novas informações sobre o caso, Em que passo está a investigação, que envolve a disputa de bens entre Elizabeth e Luiz, mãe e filho, ambos investigados.
Disputa de bens e previdência: O advogado de defesa de Luiz, Júlio Mocim, explicou que a irmã de Luiz, Natália Garnica, faleceu e tinha uma previdência cujo benefício estava em nome da mãe, Elizabeth. Segundo o advogado, após a morte de Natália, o valor teria sido recebido e gasto por Elizabeth. Luiz, casado com Larissa, seria o próximo na linha sucessória, mas se ele falecer, os bens seriam divididos entre os pais. A disputa por esse patrimônio está no centro das discussões jurídicas.
Relação entre mãe e filho após prisão
Júlio Mocim também comentou que, após a prisão de Elizabeth e Luiz, não há contato entre eles. Segundo o advogado, Luiz inicialmente não acreditava que a mãe fosse responsável, mas atrásra reconhece a autoria dela e deseja que ela responda judicialmente pelo crime. Luiz teme ser a próxima vítima.
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Novos elementos na investigação: Foi revelado que uma amiga de Elizabeth, madrinha de casamento dela e residente em Pontau, passou mal e ficou internada por cinco dias na UTI após receber um medicamento de Elizabeth. A defesa investiga esse episódio para entender o comportamento de Elizabeth e reforçar a tese de que ela teria sido a responsável pela morte de Larissa, sem participação de Luiz.
Outras informações e posicionamentos: Os advogados informaram que Elizabeth teria problemas com jogos de azar e dívidas, o que poderia estar relacionado à disputa por bens. O advogado de Elizabeth, Bruno Correia, negou que ela tenha colocado veneno em cápsulas de medicamento, mas afirmou que Elizabeth acredita que Natália teria ingerido uma cápsula com veneno para tirar a própria vida, e que Larissa pode ter consumido esse mesmo medicamento contendo veneno, sem que Elizabeth tenha colocado o produto.
Informações adicionais
O promotor do caso, Marcos Túlio Alves Nicolino, afirmou que as defesas de mãe e filho trocam acusações para tentar eximir responsabilidade. Segundo ele, a carta apresentada pela defesa busca excluir Luiz da culpa e atribuir o crime a Elizabeth, possivelmente como um acidente ou crime culposo. O caso segue com muitos desdobramentos e investigações em andamento.



