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Em Ribeirão, no quarto mês deste ano número de mortes com pacientes em casa supera 2020

Leitos ocupados e as novas variantes são explicações dos médicos para a alta taxa de contaminação e causas da morte
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Leitos ocupados e as novas variantes são explicações dos médicos para a alta taxa de contaminação e causas da morte

Leitos ocupados e as novas variantes são explicações dos médicos para a alta taxa de contaminação e causas da morte

Em Ribeirão Preto, o número de mortes por Covid-19 em domicílio em 2023 já supera o total registrado em todo o ano de 2020. De janeiro a abril, 47 pessoas morreram em casa vítimas da doença, enquanto em 2020 foram 41 óbitos.

Alta taxa de contaminação e leitos ocupados

Médicos atribuem o aumento a diversos fatores relacionados à segunda onda da pandemia, incluindo a alta taxa de contaminação por novas variantes e a elevada ocupação de leitos hospitalares. A possibilidade de piora súbita no estado de pacientes infectados reforça a necessidade de acompanhamento médico constante, mesmo após o atendimento inicial.

A importância do acompanhamento médico

O acompanhamento médico diário, com avaliação de sinais vitais e monitoramento da saturação de oxigênio, é crucial para garantir a segurança dos pacientes. Apesar da recomendação de acompanhamento, a realidade da alta demanda sobrecarrega o sistema de saúde, impactando diretamente no tempo de resposta e na qualidade do atendimento.

Denúncias e impactos nos serviços funerários

A família de Maria Cristina Dorsi, de 51 anos, que faleceu em casa após buscar atendimento médico em duas unidades de saúde, acusa negligência médica e ingressou na justiça. O aumento de mortes domiciliares também impactou os serviços funerários, com maior demanda e dificuldades operacionais, especialmente em casos onde o acesso à residência é complicado, expondo agentes funerários e moradores a riscos adicionais. A Secretaria Municipal da Saúde reconhece a dificuldade em atender a todos os pacientes, mas afirma que os casos moderados e graves nos polos Covid recebem tratamento adequado. O caso de Maria Cristina será investigado pela Fundação Santa Lídia.

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