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Em Ribeirão Preto, GAEMA realiza reunião para debater prevenção de incêndios

Atividade teve a presença de representantes de municípios da região; tendência é de que queimadas apareçam nos próximos meses
Em Ribeirão Preto
Atividade teve a presença de representantes de municípios da região; tendência é de que queimadas apareçam nos próximos meses

Atividade teve a presença de representantes de municípios da região; tendência é de que queimadas apareçam nos próximos meses

O Gaema, grupo de atuação especializada em meio ambiente, Em Ribeirão Preto, GAEMA realiza reunião, habitação e urbanismo do Ministério Público, realizou uma reunião em Ribeirão Preto com representantes de municípios da região para tratar da prevenção de incêndios. A estiagem está começando e a expectativa é de que as queimadas aumentem nos próximos meses.

Planejamento dos municípios: A promotora Cláudia Rabibi explicou que todos os municípios da região estão elaborando planos de contingência para identificar áreas de risco, especialmente aquelas próximas a áreas residenciais, parques industriais e locais que historicamente sofrem com incêndios. Esses planos também preveem estratégias para acionar e retirar a população em caso de emergência.

Fiscalização e operação policial: O capitão Antônio dos Santos, da polícia ambiental, detalhou que o monitoramento dos focos de incêndio é feito por meio de sistema de satélite, permitindo a fiscalização em Ribeirão Preto e outros 51 municípios da área da quarta companhia. Ele informou que uma operação de prevenção a incêndios está em andamento desde o dia anterior e segue até sexta-feira, com foco em unidades de conservação e setores sucroalcooleiros, verificando planos de incêndio e pontos de observação.

Medidas preventivas do Corpo de Bombeiros

O major Géu Gomes Pinto, do Corpo de Bombeiros, destacou a importância da limpeza das faixas de domínio das estradas municipais, redução de materiais sólidos, identificação de pontos de abastecimento de água para caminhões e o fortalecimento das defesas civis municipais por meio de treinamento e equipamento. Ele ressaltou que o Corpo de Bombeiros, em parceria com o Ministério Público e a polícia ambiental, atua há mais de dez anos no combate a incêndios florestais na região.

Consequências e alertas: Foi reforçado que causar incêndio é crime, com pena de 3 a 6 anos de prisão e multa. A polícia ambiental tem papel fundamental na fiscalização para identificar responsáveis pelos incêndios. A reunião reuniu Ministério Público, Corpo de Bombeiros, forças policiais, defesas civis e municípios da região para evitar perdas como as ocorridas no ano anterior, que resultaram em danos a propriedades rurais, morte de animais e destruição de áreas florestais.

Entenda melhor

A estiagem, que começa nos meses de junho e julho, atinge seu pico crítico em atrássto, período em que a região de Ribeirão Preto é mais vulnerável a incêndios florestais. A integração entre órgãos públicos e municípios visa reduzir os impactos desses eventos em 2025.

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