Sem leitos de UTI moradores procuraram o MP para que a prefeitura adote medidas mais restritivas para conter o avanço da doença
São Joaquim da Barra enfrenta grave crise sanitária devido à Covid-19. A situação se agravou com a morte de uma professora por complicações da doença, levando ao fechamento de três escolas.
Saúde Sobrecarregada
Com a Santa Casa lotada há mais de 30 dias e os três leitos de UTI Covid ocupados, moradores temem pela falta de assistência médica. A ausência de vagas em leitos de UTI e ambulatório deixa a população em estado de alerta.
Mobilização Popular e Pedido ao Ministério Público
Preocupados, moradores, incluindo a assistente social Adriana Cerebelli, enviaram documento ao Ministério Público e à prefeitura solicitando medidas urgentes. Entre os pedidos estão a aceleração da vacinação, medidas restritivas mais rígidas, barreiras sanitárias e aumento da fiscalização para conter aglomerações. O grupo também pede a suspensão das aulas presenciais até a melhora da ocupação de leitos de UTI.
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Sequelas e Impacto na Comunidade
A professora Fabiana Sarrigame, de 44 anos, faleceu aguardando vaga em UTI, e seu marido, também infectado, encontra-se entubado. São Joaquim da Barra registra 119 mortes por Covid-19, sendo 85 em 2023. A comunidade clama por medidas mais eficazes para conter o avanço da doença, uma vez que parte da população ainda não respeita as medidas de prevenção.
A prefeitura de São Joaquim da Barra se reuniu com o Ministério Público para discutir a situação, mas ainda não divulgou as medidas a serem tomadas. A população aguarda ações concretas para enfrentar a crise sanitária.



