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Empresa onde empresário de São Paulo teria sido assassinado dispensou funcionários no dia do crime

Tadeu Almeida Silva, gerente da firma, entregou-se a Polícia nesta quinta-feira (19); Nelson Carreira teria sido emboscado
Empresa onde empresário de São Paulo
Tadeu Almeida Silva, gerente da firma, entregou-se a Polícia nesta quinta-feira (19); Nelson Carreira teria sido emboscado

Tadeu Almeida Silva, gerente da firma, entregou-se a Polícia nesta quinta-feira (19); Nelson Carreira teria sido emboscado

A polícia aguarda a prisão de Tadeu Almeida Silva, Empresa onde empresário de São Paulo, gerente da empresa de suplementos alimentares de Marlon Couto, para avançar nas investigações sobre o assassinato do empresário Nelson Francisco Ferreira Filho, de 44 anos, ocorrido em Cravinhos. O corpo da vítima ainda não foi encontrado.

Segundo o delegado Eitor Moreira, responsável pelo caso em Assis, a motivação do crime ainda está sendo esclarecida, assim como a localização dos outros suspeitos, incluindo Marlon Couto e sua esposa, Marcela Almeida, que são considerados foragidos.

Detalhes da investigação: No dia do crime, um dos suspeitos marcou uma dedetização na empresa onde estava prevista a reunião com a vítima, e todos os funcionários foram dispensados. A parte superior do prédio estava em funcionamento, apesar de reformas no local. Essa situação levantou suspeitas na polícia.

Tadeu Almeida foi preso após se apresentar à polícia, sendo alvo de um mandado de prisão. Em depoimento, ele afirmou ter ajudado a ocultar o corpo de Nelson e ter levado o carro do empresário até São Paulo, onde a família dele reside. O veículo foi encontrado abandonado na zona norte da capital paulista.

Esforços para localizar o corpo

A polícia realiza diligências em várias cidades, incluindo Cravinhos e Ribeirão Preto, para encontrar o corpo de Nelson. As informações recebidas estão sendo cuidadosamente analisadas, e a colaboração da população é solicitada para fornecer pistas que possam ajudar nas buscas.

Segundo o delegado, após o assassinato, ocorrido com um disparo de arma de fogo, Marlon teria colocado o corpo na caminhonete e levado até um rancho em Miguelópolis, onde o teria jogado no rio.

Evidências e suspeitas: Durante perícia realizada na última terça-feira no prédio em Cravinhos, foram encontrados vestígios de sangue com o uso de luminol, o que reforçou os indícios contra os suspeitos. As investigações apontam que o crime teria sido motivado por desavenças comerciais.

Informações adicionais

A defesa de Marlon Couto informou que ele deve se apresentar para esclarecer os fatos. Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre o andamento do processo de prisão do casal foragido.

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