Enquanto o alumínio é reaproveitado, o pó do café é usado para a produção de adubo orgânico
O consumo de café no Brasil é altíssimo, perdendo apenas para a água. A praticidade das cápsulas, porém, gera um problema ambiental: o descarte incorreto de alumínio e plástico, materiais que demoram séculos para se decompor. Felizmente, iniciativas como a da Nespresso estão buscando soluções inovadoras.
Economia Circular: Um Novo Modelo
A Nespresso, por exemplo, implementa a economia circular, coletando cápsulas usadas em pontos estratégicos pelo Brasil. O alumínio é reciclado e retorna à produção de novas cápsulas, fechando o ciclo. Já o pó de café é destinado a agricultores para uso como fertilizante orgânico, dando-lhe um novo propósito.
Ações Individuais e Coletivas
A empresa oferece logística reversa, permitindo o envio de cápsulas pelo correio para todo o país. Em Ribeirão Preto, há pontos de coleta na boutique do Ribeirão Shopping e na fábrica da Nestlé. Além disso, o SENAI oferece um curso gratuito de economia circular, ensinando a população sobre esse modelo e suas vantagens em comparação com a economia linear (extração, processamento, transformação, consumo e descarte).
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Investimento em Sustentabilidade
A crescente conscientização ambiental impacta também o mercado de investimentos. Empresas que adotam práticas sustentáveis, como a redução do uso de plástico e a promoção do uso racional de água, atraem investidores preocupados com o impacto ambiental. Essa tendência demonstra a importância da economia circular não apenas para o meio ambiente, mas também para o desenvolvimento econômico sustentável.



