Alexandre Titoto é o principal suspeito da morte do analista financeiro Carlos Alberto de Souza Araújo, em 2003
Justiça adia novamente julgamento de empresário acusado de homicídio qualificado
Adiamento do Júri Popular
O júri popular do empresário Alexandre Titoto, acusado de matar o analista financeiro Carlos Alberto de Souza Araújo em 2003, foi adiado pela segunda vez. O julgamento, marcado para esta quarta-feira, foi suspenso a pedido da promotoria devido à anulação do júri que condenou outro réu no caso, o administrador Delimar da Silva Mota, a 19 anos de prisão. Ainda não há nova data definida para o julgamento.
O Crime e os Acusados
Araújo foi morto após ser enterrado vivo na zona rural de Serrana. Titoto e Mota são acusados de homicídio triplamente qualificado. A motivação do crime teria sido uma dívida de R$ 620 mil referente à venda de um carro importado. De acordo com depoimentos, uma discussão entre Titoto e Araújo, que envolveu agressões físicas, culminou com a intervenção de Mota, que também agrediu a vítima. Posteriormente, o corpo de Araújo foi enterrado na fazenda de Titoto. O laudo do exame necroscópico constatou morte por traumatismo craniano, asfixia mecânica, lesões pelo corpo e soterramento.
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Contexto do Caso
Um primeiro adiamento ocorreu em 15 de junho, devido à alegação de não comparecimento de uma testemunha. Titoto responde ao processo em liberdade, enquanto Mota já foi condenada. O caso destaca a complexidade e a gravidade do crime, com detalhes que apontam para um homicídio brutal e premeditado, envolvendo dívidas e violência.


