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Empresário suspeito da morte do pai e irmão em Ribeirão teria dado prejuízo para mais de mil pessoas no país

Vítimas dizem que investiram muito dinheiro e não receberam nada por um negócio que oferecia cotas de energia solar
morte pai e irmão
Vítimas dizem que investiram muito dinheiro e não receberam nada por um negócio que oferecia cotas de energia solar

Vítimas dizem que investiram muito dinheiro e não receberam nada por um negócio que oferecia cotas de energia solar

Samuel Gabriel da Silva, empresário investigado por suspeita de ser mandante da morte do pai e do irmão, também é alvo de investigação por um golpe milionário que teria lesado milhares de pessoas em todo o Brasil.

Golpe da Energia Solar

O esquema fraudulento envolvia a venda de cotas de energia solar de usinas instaladas no Piauí e Minas Gerais. A empresa de Silva prometia lucros de 30% ao mês, atraindo investidores com um discurso convincente. Vítimas relataram investimentos que variavam de R$ 1.100 a R$ 500 mil, com alguns perdendo casas e fazendas. Um professor de Goiás, que investiu uma pequena quantia, relatou a facilidade com que foi convencido, destacando o poder de persuasão de Samuel.

Investigação em Andamento

A Polícia Civil de Goiás abriu inquérito em 2019 após receber centenas de denúncias. Um abaixo-assinado com 909 assinaturas de vítimas de todo o Brasil reforça as acusações contra Samuel. O caso foi encaminhado para São Paulo, onde já havia investigação em andamento sobre os mesmos fatos e suspeitos. Aproximadamente mil vítimas foram identificadas em todo o país.

Prisão e Passagens pela Polícia

Além do golpe, Samuel Gabriel da Silva é investigado pela morte do pai, Valdir, assassinado a tiros, e do irmão, Ridlau, morto após ser baleado. A polícia suspeita que os crimes estejam relacionados a disputas financeiras. O empresário possui passagens pela polícia por estelionato e falsidade ideológica, tendo sido condenado em 2014 por se apropriar de R$ 45 mil em remédios e produtos de estética. A Ecom, empresa citada na reportagem, e seus sócios também estão sob investigação. O Ministério Público acompanha um dos casos em São Paulo, que se encontra em fase de inquérito policial.

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