Maior custo da produção e falta de competitividade também preocupam empresários e economistas.
O fim da isenção do ICMS em São Paulo preocupa empresários e especialistas
Impacto em diversos setores
A revogação da isenção do ICMS em São Paulo, que tributa mercadorias em circulação com 18%, afeta diversos setores, incluindo medicamentos, veículos, insumos agropecuários, equipamentos aeronáuticos e alimentação. O impacto é sentido em toda a cadeia produtiva, desde fabricantes até consumidores finais.
Preocupações empresariais e alternativas
Empresários demonstram preocupação com o aumento de custos, especialmente após os impactos da pandemia. A FIESP recorreu à justiça contra o aumento, mas o pedido foi negado. Economistas sugerem alternativas como revisão de dívidas governamentais, redução de despesas internas e a geração de maior arrecadação através do crescimento econômico, em vez do aumento de impostos.
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Ajustes fiscais e mobilização
O governo paulista afirma que a medida é um ajuste fiscal para lidar com um déficit projetado de R$ 10,4 bilhões. Além do fim da isenção do ICMS, outras medidas incluem a extinção de empresas estatais e o enxugamento da máquina pública. Entretanto, entidades como a ABIMO e distribuidores se mobilizam para negociar com o governo, buscando mitigar os impactos negativos na economia e na cadeia produtiva.
A retirada da isenção, vigente desde 2000, impacta significativamente a arrecadação e exige ajustes por parte das empresas, afetando margens de lucro e preços ao consumidor. A situação demanda negociações e busca por soluções que equilibrem as necessidades fiscais do estado com a saúde financeira das empresas e o bem-estar da população.



