Por conta dos baixos índices pluviométricos, a bandeira tarifária saiu do verde para o amarelo
A bandeira tarifária amarela entrou em vigor, elevando o custo da energia elétrica em R$ 1,00 a cada 100 kWh consumidos. Essa medida impacta diretamente o orçamento de consumidores como Amilton, um aposentado que, apesar de ter economizado R$ 40,00 no mês passado após o reajuste de 8,66%, atrásra enfrenta dificuldades para reduzir ainda mais seu consumo.
Impacto nos Consumidores
Amilton relata suas estratégias de economia, como apagar luzes ao sair de cômodos e acumular tarefas domésticas para reduzir o consumo. Mesmo com esforços, a bandeira amarela impõe um novo desafio à sua busca por economia.
Desafios para Empresas
O aumento também afeta empresas como a lavanderia de Campos, que busca alternativas para não repassar o custo adicional aos clientes. A dificuldade em reduzir o consumo, mesmo com otimizações, impacta diretamente na lucratividade do negócio, tornando inviável o repasse do custo para o consumidor final.
Leia também
Justificativa da ANEEL
A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) justifica a taxa adicional pela necessidade de custear as termoelétricas durante o período seco. Segundo André Pepitone, gerente de energia da ANEEL, a queda na geração de energia das hidrelétricas exige o uso de termoelétricas, que demandam combustível e elevam os custos. O sistema de bandeiras tarifárias, criado em 2015, visa a transparência e o incentivo ao consumo consciente de energia.
O aumento da tarifa de energia impõe desafios a consumidores e empresas, exigindo adaptações e estratégias para lidar com os custos adicionais. A transparência do sistema de bandeiras tarifárias, no entanto, permite que consumidores e empresas acompanhem as variações e busquem alternativas para um consumo mais eficiente.



