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Enquanto professores pedem reajuste, Governo paulista sanciona aumento de 20% nos salários das forças de segurança

Sobre a diferença na avaliação das duas categorias, ouça a análise de Bruno Silva na coluna 'De Olho na Política'
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Sobre a diferença na avaliação das duas categorias, ouça a análise de Bruno Silva na coluna 'De Olho na Política'

Sobre a diferença na avaliação das duas categorias, ouça a análise de Bruno Silva na coluna ‘De Olho na Política’

O cenário político paulista apresenta demandas contrastantes. Enquanto professores reivindicam melhorias salariais e um plano de carreira mais definido, o governador Tarcísio de Freitas sancionou um aumento médio de 20% para as forças de segurança pública.

Salários de professores e a valorização da educação

A reportagem destaca a luta dos professores, especialmente aqueles vinculados à área de tecnologia da informação, por melhores condições de trabalho e salários. Embora avanços tenham sido conquistados com a definição de novos pisos nacionais, ainda há muito a ser feito para garantir uma valorização justa da educação.

Reajuste salarial para as forças de segurança

Em contraponto, o governador Tarcísio de Freitas aprovou um reajuste salarial médio de 20% para policiais militares, científicos e civis. Essa medida, prevista em lei e aprovada pela Assembleia Legislativa, é vista como positiva pela categoria, principalmente considerando as tensões com governos anteriores. A forte base de apoio de Tarcísio, vinculada a Bolsonaro, contribuiu para essa decisão, que pode render dividendos políticos ao governador.

Outras ações políticas em pauta

Além do tema salarial, a pauta política inclui a votação de projetos em diversas câmaras municipais. Em Ribeirão Preto, discute-se a concessão do título de cidadão ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Em Franca, um projeto busca o tombamento do material do basquete francano como patrimônio histórico-cultural. Em Araraquara, as contas do prefeito de 2019 estão em pauta, assim como o veto a um projeto que criaria um selo de responsabilidade social para empresas que priorizam a contratação de mulheres vítimas de violência doméstica. A discussão sobre a iniciativa de projetos de lei pelo legislativo versus o executivo também é abordada, com o veto do projeto de selo social sendo justificado pela questão de iniciativa.

Em resumo, o cenário político paulista demonstra tensões entre as demandas da educação e as ações em prol das forças de segurança. A discussão sobre a iniciativa de projetos de lei e a valorização de aspectos locais também marcam a agenda política.

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