Cidades da região tentam contar a movimentação de pessoas para frear as contaminações pela Covid-19
Após meses de restrições rígidas, Ribeirão Preto flexibiliza as medidas de combate ao coronavírus. O decreto que impunha circulação mais limitada foi revogado, fazendo com que a cidade retornasse à fase emergencial do Plano São Paulo.
A Volta às Atividades e os Desafios do Distanciamento Social
Com a flexibilização, supermercados, padarias, bancos, indústrias e lojas de conveniência foram reabertos, seguindo protocolos de segurança. O transporte público também voltou a operar. Porém, a reportagem constatou aglomerações em alguns locais, como o terminal de ônibus, onde a fila para recarga de cartões gerou preocupação. Depoimentos de passageiros confirmaram ônibus lotados, com falta de distanciamento entre os passageiros, mesmo com o uso de máscaras. Em contraponto, outras linhas de ônibus apresentaram menor fluxo de pessoas.
Supermercados e o Acesso a Produtos
A reportagem também abordou a experiência de consumidores em supermercados. Um aposentado relatou dificuldades em fazer compras durante o período de fechamento, destacando os preços mais altos de compras online e a limitação de produtos disponíveis nesse formato. A impossibilidade de adquirir alguns itens em quantidades menores, como salsichas, também foi mencionada como um problema. A falta de acesso à internet por parte de alguns consumidores, principalmente idosos, agravou ainda mais a situação.
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O Funcionamento da Cidade na Fase Emergencial
A reportagem esclarece quais estabelecimentos podem funcionar na fase emergencial: hospitais, farmácias, transporte público, indústrias, postos de combustíveis (24h), lojas de conveniência (até 20h), supermercados, padarias, lojas de conveniência e pet shops (6h às 20h), entre outros, com restrições de horário e atendimento presencial. Escolas, atividades religiosas, eventos esportivos, praças, academias e salões de beleza permanecem fechados. A reportagem finaliza com dados sobre o isolamento social em Ribeirão Preto e a situação em cidades vizinhas, que adotaram medidas mais restritivas devido ao aumento de casos e à falta de insumos em hospitais. A necessidade de ações conjuntas entre as cidades da região é enfatizada para evitar a transferência de problemas e aglomerações.



