Reajustes atingem 3,17% e são baseados em dados na inflação, divulga Artesp.
Aumento nos pedágios de rodovias da região causa preocupação em motoristas e caminhoneiros.
Reajustes em vigor e futuros
Quatro praças de pedágio já registraram aumento nas tarifas, com outras 14 previstas para o dia 1º de dezembro. Os reajustes variam de R$ 0,10 a R$ 1,00, dependendo da praça e do método de pagamento (manual ou eletrônico), atingindo rodovias importantes como a Anhanguera, Cândido Portinari e Brigadeiro Faria Lima. Os valores após os reajustes para veículos de passeio variam de R$ 6,20 a R$ 14,00 na cobrança manual.
Impacto econômico e social
O aumento, baseado na inflação e previsto em contrato, foi adiado devido à pandemia. Embora a porcentagem do reajuste (3,17%) pareça pequena, o economista José Rita Moreira destaca que o impacto é maior para caminhoneiros, que enfrentam aumento nos custos de pneus, manutenção, seguro e combustível. A situação preocupa, pois o aumento nos pedágios, somado à alta no preço dos alimentos e combustíveis, afeta diretamente o orçamento das famílias e a cadeia logística, podendo impactar o abastecimento.
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Caminho para soluções
A situação exige uma revisão da cadeia logística, buscando soluções para amenizar o impacto nos caminhoneiros. Medidas como benefícios fiscais ou redução de impostos poderiam ajudar a equilibrar os custos e evitar que o ônus recaia totalmente sobre o consumidor final. O aumento dos pedágios é mais um fator a ser considerado no contexto de alta generalizada de preços, impactando o bolso dos motoristas e a economia regional.



