Quem traz os detalhes é José Carlos de Lima Junior na coluna ‘CBN Agronegócio’
O setor do agronegócio brasileiro publicou um manifesto em defesa do Estado Democrático de Direito, reunindo sete entidades do setor. O documento, embora não cite nomes, destaca a importância do agro para o Brasil, desde que livre de interferências e retrocessos.
Atraso na publicação do manifesto
José Carlos Lima Jr., especialista em agro, comenta que a demora na publicação do manifesto, apresentado em setembro de 2021, é preocupante. Com as eleições se aproximando, restam poucos meses para reformas estruturais necessárias para o bom funcionamento da economia. A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) chegou a se recusar a assinar o documento por receio de represálias de bancos públicos.
Impactos e falta de credibilidade
O manifesto destaca os impactos negativos de interferências no setor, que já sofre com problemas logísticos e custos de importação elevados. A falta de atenção do Estado a esses problemas, agravados pela pandemia, gera preocupações. A falta de credibilidade em algumas falas de representantes do governo também é um ponto crítico, prejudicando o setor e o desenvolvimento do país. Debates importantes acabam se tornando pouco profissionais, assemelhando-se a discussões de torcidas de futebol.
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Necessidade de ações efetivas
O cenário econômico delicado exige ações efetivas do governo para melhorar a situação do agronegócio e da economia brasileira como um todo. A falta de uma política de Estado consistente tem gerado desorganização e prejudicado a população. A esperança é que, apesar do pouco tempo disponível antes do período eleitoral, o governo tome medidas para amenizar os problemas e garantir um futuro melhor para o setor e o país.