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Entidades estudam pedir embargo das obras na avenida 9 de Julho

Com os constantes atrasos no cronograma, alguns grupos querem a contratação de uma nova empresa para fazer a revitalização
obras avenida 9 de Julho
Com os constantes atrasos no cronograma, alguns grupos querem a contratação de uma nova empresa para fazer a revitalização

Com os constantes atrasos no cronograma, alguns grupos querem a contratação de uma nova empresa para fazer a revitalização

A revitalização da Avenida 9 de Julho, em Ribeirão Preto, enfrenta atrasos significativos, gerando preocupações entre comerciantes, moradores e entidades de preservação do patrimônio histórico.

Obras Atrasadas e Tubulações Inesperadas

As obras, iniciadas em junho com previsão de término em um ano, encontram-se paralisadas em um trecho entre a Rua Garibaldi e a Rua Marcondes Salgado. A construtora responsável alegou a descoberta de tubulações não previstas no projeto inicial como justificativa para o atraso, solicitando prorrogação de prazo. Entretanto, o novo prazo, que venceu em novembro, não foi cumprido, levantando questionamentos sobre a capacidade da empresa em concluir o projeto.

Pressão de Entidades e Comerciantes

O Conselho de Preservação do Patrimônio Cultural (Compac) e a Associação Comercial e Industrial de Ribeirão Preto (ACIRP) manifestaram suas preocupações. O Compac avalia a possibilidade de embargar a obra devido à falta de transparência e aos danos causados aos comerciantes. A ACIRP, por sua vez, cobra explicações da prefeitura sobre o contrato e a fiscalização das obras, destacando o impacto negativo nas vendas do fim de ano, período crucial para o comércio local. A situação afeta diretamente os comerciantes da região, que já enfrentaram dificuldades durante a pandemia.

Prefeitura e as Próximas Ações

A prefeitura de Ribeirão Preto, por meio do secretário de obras Pedro Pegoraro e do prefeito Duarte Nogueira, afirma estar tomando medidas para resolver a situação. O secretário declarou que a possibilidade de rompimento de contrato está em análise, caso a construtora não apresente resultados satisfatórios. Apesar da empresa ser qualificada para o trabalho de restauração do patrimônio histórico, a demora e os problemas encontrados geram incertezas sobre o futuro das obras e a possibilidade de novos atrasos, com consequências financeiras e administrativas para o município.

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